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Os Descendentes (2011)

Sem sua usual sensibilidade, Payne entrega apenas um drama normal

Uma das principais características do diretor Alexander Payne é sempre depositar em seus longas personagens perdidos em situações cotidianas, e que adentram, nem sempre propositalmente, em uma viagem quase sempre literal, e física, de auto-descoberta. Assim, ao nos sensibilizarmos com os personagens de Paul Giamatti e Jack Nicholson, respectivamente nos fabulosos Sideways – Entre Umas e Outras e As Confissões de Schmitd passamos a compartilhar de maneira conjunta os sentimentos que serão envolvidos durante toda narrativa. Então, acima de uma boa realização técnica (que para constar permanecem intactas) quase todos os projetos de Payne dependem de uma entrega do espectador de maneira subjetiva, onde depositamos uma parcela maior do que usualmente um filme exige, de nossa parte experiencial.
Acontece que o apenas regular Os Descendentes vai pelo caminho contrário traçado até então pela curta carreira de Alexander Payne, onde sua boa realização técnica se contradiz com uma inexplicável obra sem alma.

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Indicações ao Oscar: O que esperar

Chegou a hora de conhecermos os indicados ao Oscar. Na próxima terça-feira (dia 24) a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgará todos os nomes que irão concorrer a premiação mais badalada de Hollywood. O evento, que ocorrerá no dia 26 de Fevereiro, será a 84ª edição dos Academy Awards.

Vamos acompanhar categoria a categoria os prováveis indicados. Confira as previsões:

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Entendendo O Espião que Sabia Demais

Como irei abordar temas importantes da narrativa (Spoilers!!), apenas aqueles que já assistiram ao filme continuem a leitura.

Se você ainda não assistiu, leia a crítica clicando aqui.

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Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras (2011)

Trama mais sólida dá a Holmes, de Ritchie, mais força

Várias vezes durante a sessão do bom Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras tinha a nítida impressão de estar vendo uma espécie de Máquina Mortífera escrito por Arthur Conan Doyle. A função dessa minha comparação, confesso, um tanto quanto exagerada, é o fato de, se o longa da década de 80 trazia Mel Gibson e Danny Gloover em alta sintonia engavetados entre comédia e ação, o mesmo acontece com essa continuação que traz Robert Downey Jr. e Jude Law esbanjando uma mesma química. Bom, mas isso nós já havíamos notado no também eficiente Sherlock Holmes de 2009. Acontece que dessa vez Michele e Kieran Mulroney conseguem solidificar uma trama muito mais atraente, mesmo que por pouco ela quase seja derrubada de um gigantesco penhasco…

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